Para sobreviver ao universo de Kafka, é necessário que você não confie totalmente em ninguém, nem mesmo em pessoas queridas, amadas, nem mesmo em você.
Quando entrar universo kafkiano: o seu desejo de liberdade lutara de forma inútil contra o absurdo existencial. Viverás uma revolta silenciada, um amor inválido, questionaras costumes e crenças arbitrárias. O sistema será abusivo e indiferente contra teu simples viver. Não ira supostar o contado com a maioria das pessoas, assim como não supostar a solidão.
Abaixo texto de Franz Kafka
"Ah", disse o rato, "o mundo torna-se a cada dia mais estreito. A princípio era tão vasto que me dava medo, eu continuava correndo e me sentia feliz com o fato de que finalmente via à distância, à direita e à esquerda, as paredes, mas essas longas paredes convergem tão depressa uma para a outra, que já estou no último quarto e lá no canto fica a ratoeira para a qual eu corro." — "Você só precisa mudar de direção", disse o gato e devorou-o.
* Cenas de um Casamento no Campo (1907)
* Considerações (1908)
* Aeroplano em Brescia (1909)
* Amerika (1910,1927)
* O Veredicto (1912)
* A Metamorfose (1912, 1915)
* A Sentença (1912, 1916)
* Meditação (1913)
* Contemplação: O Foguista (1913)
* Diante da Lei (1914, 1915)
* A Colônia Penal (1914, 1919)
* O Processo (1914,1925)
* Um Relatório para a Academia (1917)
* A Preocupação de um Pai de Família (1917)
* A Muralha da China (1917, 1931)
* Carta ao Pai (1919)
* Um Médico Rural (1919)
* Poseidon (1920)
* Noites (1920)
* Sobre a Questão das Leis (1920)
* Primeiro Sofrimento (1921)
* Cartas a Milena (1920, 1923)
* Investigações de um Cão (1922)
* Um Artista da Fome (1922, 1924)
* O Castelo (1922, 1926)
* Uma Pequena Mulher (1923)
* A Construção (1923)
* Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos (1924)
* Sonhos
Depois que se entra nesse universo, percebe-se então, que dele não tem despedida e muito menos volta!